Dia: 13 de agosto de 2025

  • O caminho de volta para si mesma

    O caminho de volta para si mesma

    O autoconhecimento não é um destino, mas um processo que convida ao encontro com aquilo que, muitas vezes, foi silenciado ao longo da vida. Sentir não é fácil. Requer coragem para olhar com honestidade para as próprias dores, desejos e contradições. Ao se permitir esse olhar mais gentil, é possível reconhecer o que realmente importa: valores que não vêm de fora, mas nascem do que se vive, do que se sente. Quando a escuta interna se fortalece, o que antes era ruído vira direção. E aos poucos, viver deixa de ser apenas sobreviver. Encontrar-se não é sobre se encaixar em padrões, mas sobre descobrir o que te sustenta por dentro. E quando você encontra isso, tudo começa a fazer mais sentido.

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  • Ser forte demais vira um fardo silencioso

    Ser forte demais vira um fardo silencioso

    Há um silêncio que pesa nos ombros de muitas mulheres: o de quem aprende, cedo demais, a dar conta de tudo. Ser mãe, ser esposa, ser mulher…papéis que se sobrepõem e que, muitas vezes, se confundem com a obrigação de estar sempre disponível. E quando o cansaço aparece, vem acompanhado da culpa. Como se parar fosse fraqueza. Como se pedir ajuda fosse sinal de falha. O peso de carregar tudo sozinha não é natural, embora tenham feito parecer. Há uma exaustão que não se fala. Que se esconde entre o preparo da lancheira, a reunião do trabalho e o silêncio no fim do dia. E ainda assim, é preciso seguir. Mas até quando? 

    Talvez seja hora de repensar o que ensinaram sobre força. Porque ser forte não precisa significar suportar tudo sozinha. Às vezes, coragem também é aprender a dividir o peso, a reconhecer seus limites e a se permitir ser cuidada. Afinal, você também merece descanso.

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  • Seu trabalho ocupa tudo e até  mesmo o que você sente

    Seu trabalho ocupa tudo e até  mesmo o que você sente

    Há um cansaço que não se resolve com uma boa noite de sono. Ele vai se acumulando em silêncios, em mensagens não respondidas, em almoços engolidos entre uma tarefa e outra. A rotina parece exigir mais do que é possível dar. E mesmo assim, você continua entregando, tentando dar conta, como se fosse obrigação carregar tudo sozinha. Não é só sobre o volume de trabalho. É sobre a ausência de pausas, de escuta, de alguém que pergunte com sinceridade como você está. Aos poucos, o corpo começa a avisar. Mas mesmo diante dos sinais, é difícil parar. Existe culpa até no descanso. E uma sensação estranha de que, se não estiver produzindo, não está sendo suficiente. Talvez o mais difícil seja reconhecer que você também merece cuidado. Que sua vida não precisa girar apenas em torno de entregas, prazos e expectativas. O descanso não é ausência de valor, é um lembrete de que você é humana. E tudo bem não dar conta de tudo.

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  • Relacionamentos: quando o amor faz com que você esqueça de si.

    Relacionamentos: quando o amor faz com que você esqueça de si.

    Em algumas relações, a mulher vai se apagando aos poucos. Deixa de dizer o que pensa, evita conflitos, tenta agradar para não ser rejeitada. Parece cuidado, mas é silêncio. E esse silêncio pesa no corpo, na mente e no sentir. Nem toda violência é explícita. Às vezes, ela acontece em gestos sutis: no medo de impor limites, no controle disfarçado de afeto, na culpa constante por querer algo diferente. Você não está errada por desejar respeito, escuta e espaço para ser quem é, mas continuar se anulando também não precisa ser o caminho. A psicoterapia pode ser um espaço seguro para reconhecer essas dores e começar a reconstruir vínculos mais saudáveis com os outros, e com você mesma.

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  • Como estão suas expectativas com relação ao seu parceiro?

    Como estão suas expectativas com relação ao seu parceiro?

    Muitas vezes, fica difícil compreender o seu parceiro(a), por estar olhando apenas para as expectativas que você criou em relação a ele(a).

    Lembre-se que as expectativas são suas e talvez ele(a) nunca consiga estar à altura delas. 

    Já parou pra pensar, que talvez aquilo que você tanto espera do parceiro(a), ele(a) não consiga entregar? 

    Seja pela forma como foi criado(a), pelas crenças e valores, pela forma como enxerga o mundo. 

    Você pode e deve falar sobre o que incomoda, sobre como se sente em relação às atitudes dele(a), refazer os acordos quantas vezes forem necessárias. 

    Mas fique atenta as situações em que ele(a) não quer ou não consegue mudar. 

    E aí, a bola volta pra você. 

    Você terá de analisar se consegue ficar ao lado da pessoa, sabendo que a mudança não será possível, ou se é insuportável conviver desta forma e terá de ir embora. 

    E aí? Como estão as expectativas em relação ao parceiro(a)? São realistas ou precisam de ajustes? Para agendar sua sessão de psicoterapia (individual ou casal) entre em contato.

  • Seu relacionamento nunca mais será o mesmo se você…

    Seu relacionamento nunca mais será o mesmo se você…

    1. Aprender a se comunicar adequadamente com seu parceiro(a), tendo uma escuta ativa e colocando isso em prática no dia a dia;

    2. Aprender qual linguagem do amor é a de vocês, ou seja, como conseguem comunicar o amor e como gostam de recebê-lo;

    3. Diminuir suas expectativas, aquelas irreais, sabe? Olhar para o seu parceiro(a) como uma pessoa imperfeita, como seus erros e acertos, e não tentar transformá-lo(a) em outra pessoa.

    Às vezes passamos a vida tentando mudar a outra pessoa, pra adequa-la às nossas necessidades. 

    Não nos damos ao trabalho de ouvi-la com empatia, de acolher, de aprender a sua forma de expressar o amor.

    E aí queremos tudo pronto, de bandeja, para nos servir. 

    Relacionamento não é isso. Relacionamento é construção diária, é perrengue, é superação. É compaixão.

    E aí? Você está disposta(o) a isso? 

    Agende sua sessão de terapia de casal.

  • “Quero fazer o relacionamento dar certo, mas ele não colabora”

    “Quero fazer o relacionamento dar certo, mas ele não colabora”

    Você tem a sensação de estar remando sozinha o barco do relacionamento, e sente que seus esforços estão sendo em vão? 

    De nada adianta apenas você se interessar em fazer dar certo, correr atrás de informação, terapia, sugerir diálogo, quando o outro não deseja o mesmo que você. 

    É necessário sentar com seu parceiro e ter uma conversa franca. Diga exatamente o que espera desse relacionamento e pergunte o que ele espera também. 

    O que está bom? O que precisa ser mudado? O que pode ficar melhor ainda? 

    Se mesmo após diversas conversas, você não conseguir ver movimento algum por parte dele, para que ocorra uma mudança, talvez seja o momento de repensar a relação. 

    Porém, muitas vezes, é possível alinhar melhor as expectativas, verificar onde a comunicação entre vocês pode estar falha, resgatar sentimentos, desejos, planos pra futuro, tentar descobrir formas de surpreender um ao outro, refazer acordos. 

    É sempre possível fazer dar certo. Só precisa haver vontade e disponibilidade por ambas as partes. 

    Agende sua sessão de terapia de casal.

  • Você consegue conversar com seu parceiro,  e falar sobre o que sente?

    Você consegue conversar com seu parceiro,  e falar sobre o que sente?

    Considere falar mais sobre o que você sente para o seu parceiro, mas aprenda a falar de uma forma que você atinja o seu objetivo, sem magoar. 

    É frequente nos meus atendimentos do consultório, as pessoas relatarem que tem receio de falar com o parceiro sobre algo que está incomodando. 

    Pensam que podem magoar, tem medo de serem mal interpretadas, e acabam não se manifestando. 

    Se é o seu parceiro de vida, como você não vai falar? Como não vai querer que tenham um entendimento? 

    A tendência, é que o relacionamento piore cada vez mais, porque você fica esperando que o outro se manifeste da forma como gostaria, e acredita que essa informação é tão óbvia que não tem como ele não saber. Do outro lado, a mesma coisa. Ele fica esperando que você aja de acordo com as expetativas dele, mas não comunica o que quer e acredita ser óbvia a informação. 

    Pense comigo, vocês crescerem em lares diferentes, com diferentes configurações familiares, diferentes crenças e valores. É natural que haja algum atrito e que necessite de ajustes constantes na relação. 

    Se relacionar é isso. Não é tarefa fácil. Mas para poder ter um relacionamento saudável e satisfatório, é fundamental saber se comunicar adequadamente. 

    E que delícia é poder viver ao lado de alguém que está disposto a ouvir e fazer estes ajustes constantes na relação, não é mesmo? 

    A ideia é fazer funcionar? Então mãos à obra! Agende sua sessão de terapia de casal.

  • Ansiedade Generalizada: quando a preocupação não dá trégua

    Ansiedade Generalizada: quando a preocupação não dá trégua

    Sentir ansiedade faz parte da vida. É uma resposta natural do corpo diante de situações de perigo, mudança ou incerteza. Mas, quando a ansiedade deixa de ser pontual e passa a ocupar todos os espaços do dia a dia — mesmo sem um motivo claro — é hora de olhar com mais atenção.

    O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) se caracteriza por uma preocupação excessiva, persistente e difícil de controlar sobre diferentes áreas da vida: saúde, trabalho, família, finanças, rotina… Mesmo quando tudo parece estar “bem”, a mente continua antecipando riscos, catastrofizando cenários e se preparando para o pior.

    Quem convive com TAG costuma se sentir exausto. O corpo manifesta sinais como tensão muscular, insônia, inquietação, dificuldade de concentração, irritabilidade e cansaço constante. É como se o sistema de alerta estivesse sempre ativado — mesmo sem ameaça real.

    Mais do que “pensar demais”, a ansiedade generalizada envolve padrões cognitivos e emocionais profundos. Ninguém escolhe viver em constante estado de alerta. E, ao contrário do que muitos ainda acreditam, isso não se resolve com “pensamento positivo”.

    O tratamento envolve acolhimento, escuta qualificada e intervenções psicológicas baseadas em evidências, como a Terapia Cognitivo-Comportamental. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico também pode ser indicado. O objetivo não é eliminar toda e qualquer preocupação — isso seria irreal —, mas ajudar a pessoa a lidar de forma mais saudável com seus pensamentos, emoções e sensações.

    Falar sobre ansiedade com responsabilidade é uma forma de reduzir estigmas e ampliar o acesso à saúde mental. Se você se reconhece nesse texto, saiba: você não está sozinho(a). E há caminhos possíveis para viver com mais leveza — mesmo com a ansiedade por perto.

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